Z no ar
A Primavera chegou e o Zé voltou, entre os dias chuvosos da nova estação o intervalo acabou, Tio beto birutou e com o Ze maria encarou aquilo que parecia ser um vento forte que na lagoa era sul mas em SAI era norte, apesar da pressão e das termais turbulentas e cheias de energia, saímos do chão na casa do alemão, o teto pouco maior que mil nos limitou ao redor da grande Santo Amaro, pedreira, jomar vale e na cidade em cima da br 282, no pouso muita pressão de norte/nordeste e descendente forte pedindo pouca curva e muita atenção, pra não gastar logo toda a emoção, foi pouco mais de uma hora de teste pro ombrinho do Z que pareceu comportadinho.
Tribo da Lagoa
confesso que senti uma certa nostalgia no vôo da lagoa, cinco pupilos da tribo e o próprio Rico sorrateiro, armaram na rampa de concreto, a condição com rajadas afastou a maioria dos paracas e quando acalmou, os ratões da lagoa invadiram o céu e fizeram a mala, o Kbça mais ainda, a rígida deita e rola no sustentado de fim de tarde, é absoluta na merreca, todo mundo fez bom voo parecendo os velhos tempos. fiz um vídeo tipo recordação da tribo, da série Últimos momentos,... o melhor da lagoa é o vôo técnico batalhado, que precisa de um pouso imediato, é só olhar o quanto ja estamos sendo cercado, 2 torres de telefone celular, casas pipocando e se diminuir mais que a metade do pouso atual, pousar bem na lagoa será um exercício lotério, não consigo ser tão otimista como o Jerrão, vou esperar ele pousar primeiro nestas avenidas com parque e rótula para ver se da pra encarar, o negócio e ir voando enquanto dá, depois é só lamentar. ps. existe uma máxima na medicina que diz que todo doente da uma melhoradinha antes de partir, a propósito o pouso da lagoa nunca esteve tão limpo, aproveitem.
III Flexicotton 2008
Enquanto no litoral a tribo da lagoa aguarda as rajadas passarem e o vento sul se acalmar, para num fim de tarde deleitar-se com as imagens maravilhosas que os últimos voos na lagoa estão proporcionando, a outra tribo, a galera da distância livre se joga com tudo pelo interior afora caçando bons voos. Ontem decolando do morro azul o João rotor fez 49,79 km, hoje mesmo com o leste forte em escalvado o robert cravou 36km, acompanhe esta transparente disputa que a tecnologia digital nos brinda. http://www.brasilxc.com.br/2008/
Sai no melhor dia
Pela manhã o vento sul estava forte com rajadas na lagoa, a tarde ele acalmou e a condição de vôo em SAI ficou animal, termais fortes, teto alto, Gilma e Sem terra aquentaram o frio nos 2450m de altura, Kvalo pousou em Paulo Lopes, Mathio em São Bonifácio, Bill em Nova Trento.
asas na esplanada - o vídeo
Imagens tremidas, sacudidas, da chegada na esplanada no último dia da etapa de Brasília do Campeonato Brasileiro de Asa de 2008.
Asas na Esplanada
Dias inesquecíveis, voando com os melhores no melhor lugar, fortes termais pra quem gosta de enroscar, algumas no chão pronto pra pousar, mas não o recomeço na coca, passaporte, itiquira, fazendas e pipiripau, depois as águas emendadas, a reserva florestal, das entranhas do lodo da lagoa um canhão fenomenal, na embrapa eram os nabos e cebolas, hortaliças em geral voando de forma sobrenatural, das fogueiras de sobradinho já se via o avião, e a grama da esplanada bem no seu coração, mas pra la chegar turbulência no pouso vais ter que atravessar, segura a onda, capricha pra quilha enterrar e tudo bem acabar com um eclipse lunar. valeu Brasa.
CCT - 08
Aquele ar embaçado não permitia julgar, quão magnífico seria o dia, o morro queimado estava lotado, não acreditei no que via, sorrateiro pela borda até a rampa leste e no primeiro bafo decolei, termais fracas e trânsito intenso, 10/1 (paraca/asa) e tinha uma centena deles, mas o vôo técnico aos poucos selecionava e uma galera afundava, outra turma se segurava, e o tráfico diminuía, era preciso muita interação para que a termal vira-se um canhão, mas teve de montão, pianiiinho ate mil, pedreira, pilões e passeio pelo vale. casan, depois de recusar a termal do assado, o pouso no aeroporto internacional do Becker, taxiamento da aeronave até o hangar da Familia Kvalo/Flavinha aonde o Campeonato Catarinense da Tainhas nos aguardavam ao som da Banda do Juan Paulinho, com o inestimável apôio da Otilia e do galderio que facilitou a vida dos campeões do assado, continuando assim acabo gostando do pescado.
Rio Vermelho em SAI
A condição saiu do marasmo de até então, em vez de serração e camada de inversão, quem pintou mesmo foi um vento fraco e uma linda formação, nuvens do cambirela ao tabuleiro levemente entubado, pompons e teto(1100m) que lembrou a suavidade do vôo do rio vermelho, na base logo na termal da rampa, tirei para o norte, termais com teto mais baixo no vale com urubus e muita sorte.
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