Sudeste na Lagoa


No ar com uma leve pressão imprimindo na vegetação o momento para nova dimensão, correria até a asa entrar em vôo, e vai roçando o mato mesmo assim, trapézio, abdómen e joelhos vão raspar o capim, até que liberando a pressão o vôo enfim, ganhando fraquinho só mais um pouquinho até então mas rapidamente virou um canhão de 4.8 m/s logo na recepção, da base do pompom, no meio da lagoa outra com o Sabito até a mole bater pilão. . .


Flybook do Kvalo


Se você é daqueles que ainda anota cada vôo no caderninho, mais de 1000 tipo Zé Maria?
ou naquela planilha em excel onde coloca seus pregos de cada dia? (notaram que é um versinho e rima dia com Zé Maria!)
Se você é como o Gilma e nunca anotou os vôos, tá na hora de começar,
pois quando chegarem aos cinquenta, terão muito o que lembrar! (outra rima, viram! não é uma Arilton, mas tem seu valor)
finalmente seus poblemas acabarum!
saiu o Flybook do Kvalo
baixem em http://www.deps.ufsc.br/~tubino/
Arquivos do FLYBOOK:
Banco de dados e estrutura dos arquivos: FLYBOOK.rar (25 Mb)
tem também um Manuel Operacional (Manual do Manoel) com 2 folhas para ler antes.
Manual do sistema: MANUEL FLYBOOK KVALO.doc (200 Kb)
Para falar conosco: dtubino@uol.com.br
e bons vôos que a temporada promete

Kvalo

Rotor no Morro Azul

Na decolagem apesar do perau, no fundo do buraco as lanças do mato foiceado, se arborizar ainda pode ser espetado. no vôo contra vento, o visual de Rio dos cedros e Taió, o pouso? cercado de terrenos elameados um gramadinho, verdinho alagadinho confiável, mal sabíamos nós que uma semana após a beleza úmida teria um destino atroz.

Lagoa leste








Ë leste na lagoa, quase sem vento quase sem pressão,
decolagem marota, a lá Haroldão! mas depois do cucuruto mais pressão, só termal, parecia ilusão.





Catarinense de Asa 2008 - Etapa de Pomerode






























Rotor no morro azul! o cuidado é redobrado, a condição de vôo piorou a janela atrasou, senta na roseta por que o tempo foi liberado, dos anos setenta, dinos dourados, jesus e marreko cercados, dentes de leite por todo lado, a RS do robo? de dente-de-leite também se infestou, não podia desapontar a turma do meu lado, em se tratando de decolar e voar no rotor, melhor ser biruta do que enfileirado, o vôo eu tinha na cabeça, já estava mapeado! com cuidado o rotor do morro azul podia ser encarado, rampa limpa, concentração, nivelado, bico calado, conectado! o silêncio das rajadas do caudal e a brisa do rotor seriam aproveitados, passos num crescente apertado, e o momento encantado. pássaro alado! as asas num sustentado escoar nivelado, o vem! diziam as nuvens, já passava dos mil e duzentos quando três urubus na termal do meu lado, tinham um canhão pra mim guardado, 1600 já estava bom, mas...o vario ficou contrariado, dizia que eu estava indo pro lado errado, mas as nuvens estavam pra la depois do rio dos cedros, um lugar que poderiam ser alcançado, tanque cheio inesperado, direto para as nuvens no tirol, a certeza de que outra estava la me deixou relaxado, fui tentando entender o vario que me deu um baile e acabei desconcentrado, quando dei por mim estava no chão, com forte vento contra voltei pra pousar na graminha seca e sombra da laranjeira, pra tudo acabar bem e o resgate ser recompensado, e depois foi a festa, na tribo da asa todos irmanados, mostrando como entre nós a coisa é diferente, nossos interesses são comuns, juntando todo mundo ainda vai faltar gente, vivi velhos atuais e novos tempos num final de semana magico, maravilhoso que coroou de êxito o esforço da equipe dos dentes de leite de Pomerode e encheu de orgulho a gente.

Metran

Cabo do Marreko dino dourado, Metran decolou na rampa leste no morro queimado, em outra tregua da chuva.

Litespeeds no sol

A forte intensidade das ascendentes e descendentes deu um certo favoritismo para as asas principalmente pras Litespeeds, e enfim muito sol para recepcionar a nova litespeed s do Francalacci..

Mamonas da Lagoa


Num mês de chuvas quase ininterruptas surgiram algumas janelas, aqueles dias que permitiram aos voadores de plantão realizarem um vôo de ocasião, e no litoral catarinense este foi um dos três dias.

Kbças do Kmbrla


No meio da manhã o vento que era sul já estava leste mas a previsão dizia vai a lenordeste, a saída quase ao meio-dia, do purgatório direto para o Santo Amaro, céu carregado e o Kbça não acreditando, o abridor de condições ligado e na Br o pessoal voltando, no pouso um parapente amarelão dizia que era ventão, se recusou a subir com medo de acabar no resgate, na rampa armamos as asas enquanto o vento endireitava e o nosso resgate aéreo, o Curreca, do rio vermelho chegava, foi aquela alegria mas a condição exauria, e decolamos parecia liftão até o primeiro canhão, depois da primeira base, direto pra pilões, peitinho mesmo sem a autorização, Gilma o Kbça meteu a mão!, na cordilheira as kbças dormiam, mansamente ofegavam e o disco voador aspirava, sede, fome e um frio extremo, mas o chicletinho aliviava, tudo acalmava, como o nosso resgate aéreo bem disse e a gente só conferia. deu tudo certo, mas quem diria!

Lagoa - Se nunca voou, voe logo

Considerando as turbulências frequentes como as de hoje no pouso da lagoa, e observando o trajeto que a asa requer, uma reta longa,(linha vermelha), para uma boa aproximação e por consequência um bom pouso, percebe-se que o fim dos vôos de asa na lagoa está próximo. Aproveitem por que com o loteamento e restrição da área, logo o céu da lagoa vai ficar sem asas, difícil de acreditar mas não tendo aonde pousar com segurança vamos suportar ficar sem?